O problema não é não ter o dado. É já ter, e guardar errado.
Você acha que falta informação do aluno. Ela não falta — está espalhada, sob a sua guarda, num lugar que não foi feito para isso. O MoveID muda de quem é a guarda, não de quem tem a informação.
Anamnese no Drive, alergia no caderno, exame no WhatsApp
Ficha de anamnese no Google Drive. Alergia anotada no caderno. Print de exame no WhatsApp. Áudio da mãe contando o histórico do filho.
Isso é dado pessoal sensível de saúde, sob a sua guarda, sem base legal registrada, sem controle de quem acessa, sem registro de quem viu.
Separa a guarda do acesso
A assessoria não quer ser depositária de informação médica. Quer que a informação exista quando precisar. São coisas diferentes.
No MoveID, o dado é do atleta, mantido por ele. A assessoria vê o que precisa — sem nunca ser custodiante.
Sempre em número, nunca em nome
Você vê: quem está protegido, quem falta completar, e quantos atletas têm condições que mudam o preparo do local — cardíaco, diabetes, asma, alergia, lesão. Sempre em número, nunca em nome.
Você não vê: o MoveID de ninguém. Não é política de uso — é barreira de arquitetura, negada no banco.
Seis categorias nunca entram nem nos números: sorologia, saúde mental, dependência química, oncológico, epilepsia, gravidez.
Na terça de manhã, há o grupo
Na prova, há posto médico. Na terça-feira de manhã, há você e o grupo. É no treino que a informação certa muda o que você faz — e é onde ela costumava não existir.
O MoveID não dá conselho médico: mostra o que o próprio atleta informou. O que fica registrado é diligência documentada — no dia em que algo acontecer, há registro de que havia protocolo.
Não é um formulário. É uma conversa.
Sem “solicite uma demonstração”. Escreva com o seu nome, conte da sua assessoria, e a gente responde.