Assessoria

O problema não é não ter o dado. É já ter, e guardar errado.

Você acha que falta informação do aluno. Ela não falta — está espalhada, sob a sua guarda, num lugar que não foi feito para isso. O MoveID muda de quem é a guarda, não de quem tem a informação.

01 · Onde o dado está hoje

Anamnese no Drive, alergia no caderno, exame no WhatsApp

Ficha de anamnese no Google Drive. Alergia anotada no caderno. Print de exame no WhatsApp. Áudio da mãe contando o histórico do filho.

Isso é dado pessoal sensível de saúde, sob a sua guarda, sem base legal registrada, sem controle de quem acessa, sem registro de quem viu.

02 · O que o MoveID faz

Separa a guarda do acesso

A assessoria não quer ser depositária de informação médica. Quer que a informação exista quando precisar. São coisas diferentes.

No MoveID, o dado é do atleta, mantido por ele. A assessoria vê o que precisa — sem nunca ser custodiante.

03 · O que você vê, e o que não vê

Sempre em número, nunca em nome

Você vê: quem está protegido, quem falta completar, e quantos atletas têm condições que mudam o preparo do local — cardíaco, diabetes, asma, alergia, lesão. Sempre em número, nunca em nome.

Você não vê: o MoveID de ninguém. Não é política de uso — é barreira de arquitetura, negada no banco.

Seis categorias nunca entram nem nos números: sorologia, saúde mental, dependência química, oncológico, epilepsia, gravidez.

04 · O treino, não só a prova

Na terça de manhã, há o grupo

Na prova, há posto médico. Na terça-feira de manhã, há você e o grupo. É no treino que a informação certa muda o que você faz — e é onde ela costumava não existir.

O MoveID não dá conselho médico: mostra o que o próprio atleta informou. O que fica registrado é diligência documentada — no dia em que algo acontecer, há registro de que havia protocolo.

Conversar

Não é um formulário. É uma conversa.

Sem “solicite uma demonstração”. Escreva com o seu nome, conte da sua assessoria, e a gente responde.