Não pedimos confiança. Oferecemos verificação.
Toda página de segurança promete com adjetivo — “seus dados estão seguros”. Ninguém confere. Esta te deixa testar. Abaixo, um código real de um perfil de exemplo. Escaneie e veja com seus olhos o que aparece.
Escaneie este código.
É exatamente o que uma pessoa que te encontrasse veria. Nada a mais.
- Nome
- Tipo sanguíneo
- Alergias
- O que fazer numa emergência
- Contato — quem te ajudar liga ou manda mensagem com um toque, sem ver nem digitar o número
- Condições de saúde
- Medicações
- Sorologia
- Tudo marcado como profissional ou privado
Este perfil tem condições e medicações cadastradas. Você não as viu no scan. Foi o titular que decidiu quem vê o quê.
Você decide, campo a campo
Cada informação do seu MoveID tem três estados de visibilidade. O controle é do titular, item por item.
Todos: aparece a quem te ajudar. Só profissional: só para quem se declara profissional de saúde — e esse acesso fica registrado. Ninguém: não aparece para nenhuma pessoa, nem com declaração.
Padrão: identificação, alergia e o recado de emergência ficam visíveis; peso, condições, medicações e cirurgias, só para profissional que se identifica; sorologia, ninguém.
O organizador nunca vê o MoveID de um atleta
O parceiro — organizador da prova ou assessoria — não abre o MoveID clínico de nenhum atleta. Não é escondido na tela: é barrado no banco. Se a consulta tentasse ler, o banco recusaria.
O painel do parceiro mostra número, por tipo de dado, para a equipe se preparar — quantos cardíacos, diabéticos, asmáticos, alérgicos, lesionados. Nunca por pessoa.
Seis categorias nunca entram nesse número, em nenhuma forma: sorologia, saúde mental, dependência química, oncológico, epilepsia, gravidez.
A equipe médica do evento vê o vital de um atleta só quando há uma ocorrência aberta com ele — nunca a lista.
Todo acesso fica registrado, e você é avisado
Cada vez que o seu MoveID é aberto, você é notificado. Cada acesso a dado sensível vai para um registro que guardamos por cinco anos.
O registro guarda quem, quando e o quê — nunca o conteúdo clínico.
Quem se declara profissional de saúde é liberado na hora, mas o acesso vai no seu aviso, com o nome de quem entrou. A dissuasão é o rastro, não a tranca.
Quatro decisões que não mudam
Seu CPF nunca fica em texto claro. É guardado cifrado; a busca usa um resumo irreversível, não o número.
O código é identificador, não senha. Ele diz quem é você — não autoriza nada. A proteção não é o segredo: o código fica impresso, à vista de todos. A proteção é a notificação de cada acesso e o controle campo a campo.
O seu MoveID abre mesmo com o resto falhando. Perfil incompleto, internet ruim, JavaScript quebrado — ele abre, em estado reduzido.
O botão de ligar para o SAMU funciona sem depender de nada. É um link puro para o 192. Funciona com o site meio carregado, com o código de programação quebrado, com quase tudo o mais fora do ar.
Cada frase acima ou você acabou de testar, ou pode testar. É esse o compromisso.